23 mar

Boletim vol 11: O ACESSO À EDUCAÇÃO DE NÍVEL SUPERIOR POR QUILOMBOLAS E INDÍGENAS COMO MECANISMO DE FORTALECIMENTO DA PROTEÇÃO SOCIOAMBIENTAL DOS TERRITÓRIOS

A CONAQ está retornando com mais uma apresentação da série de Boletins Informativos com propósito de diagnosticar problemas incidentes em Comunidades Quilombolas do Brasil. O projeto realiza um diagnóstico das ações das autoridades estaduais relacionadas aos direitos quilombolas para poder definir prioridades e oportunidades nos estados. A série de boletins é fruto do edital de consultoria quilombola, uma parceria da CONAQ, com a Climate and Land Use Alliance (CLUA) e com a Associação Nacional de Quilombos para Cooperação – Negra Anastácia. 

A série de boletins retorna com novos volumes que serão divulgados de acordo com suas temáticas e incidências. Nesta Quarta-feira(23), a CONAQ apresenta o   Boletim de volume 11 com o tema O ACESSO À EDUCAÇÃO DE NÍVEL SUPERIOR POR QUILOMBOLAS E INDÍGENAS COMO MECANISMO DE FORTALECIMENTO DA PROTEÇÃO SOCIOAMBIENTAL DOS TERRITÓRIOS dando continuidade a mais uma etapa de exposição de reflexões e discussões propostas pelo Coletivo Jurídico Joãozinho do Mangal e parceiros.

“Um dos principais problemas enfrentados por indígenas e quilombolas está no processo de exclusão dos espaços de decisões. Nesse sentido, chama-se à atenção para a necessidade de efetivação do direito à educação, que é um direito de todos e um dever do Estado, conforme prevê a Constituição de 1988.”

Neste volume, o consultor quilombola Rozembergue Batista Dias discorre e apresenta sobre o acesso à educação de nível superior de grupos étnicos como estratégia de fortalecimento da proteção socioambiental dos territórios. Clique no link abaixo para ler na íntegra o nosso Boletim Informativo de volume 11 que abre mais uma das séries informativas da CONAQ.

BI – 11 – O ACESSO À EDUCAÇÃO DE NÍVEL SUPERIOR POR QUILOMBOLAS E INDÍGENAS COMO MECANISMO DE FORTALECIMENTO DA PROTEÇÃO SOCIOAMBIENTAL DOS TERRITÓRIOS

PARCERIAS

A CONAQ atua juntamente com o Coletivo jurídico Joãozinho do Mangal, composto por advogados quilombolas e das organizações da sociedade civil como, Instituto Socioambiental (ISA), Terra de Direitos, Justiça Global, Comissão Pastoral da Terra (CPT), Conectas e Associação de Advogados/as de Trabalhadores/as Rurais (AATR). O intuito das ações do coletivo é evitar retrocessos de direitos e políticas públicas quilombolas, solucionar conflitos, proteger territórios quilombolas e avançar a agenda socioambiental quilombola nos estados do MATOPIBA e Amazônia legal.

 

Share This